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16/06/2017

Bancos formalizam birô e cadastro positivo pode andar

Por Adriana Cotias | De São Paulo

Um ano e meio após anunciar a intenção de criar um novo birô de crédito no país, os cinco maiores bancos brasileiros formalizaram a proposta para tirar do papel a Gestora de Inteligência de Crédito (GIG). A empresa é uma sociedade entre Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Banco do Brasil e Caixa. Cada uma das instituições terá uma fatia de 20% do novo negócio.

A estreante vai concorrer diretamente com entes estabelecidas como Serasa Experian, Boa Vista e SPC Brasil. Estima-se que vá disputar um mercado amplo de informações de crédito que movimenta cerca de R$ 3 bilhões anuais e que pode dobrar de tamanho em alguns anos. Mais do que uma linha de negócio potencialmente rentável, o interesse dos bancos é preservar a própria base de informações.

A expectativa é que com os próprios bancos sendo donos do negócio, finalmente deslanche no país o cadastro positivo. O banco de dados com informações de bons pagadores de crédito foi regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2013, mas de lá para cá pouco andou. Reúne menos de 3 milhões de inscritos – em comparação a cerca de 150 milhões de contas correntes Brasil afora. As instituições sempre se incomodaram com o compartilhamento de informações dos seus melhores clientes.

A criação da GIG vinha sendo gestada desde o início do ano passado. Um memorando de entendimento foi assinado em janeiro de 2016 e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o negócio com restrições em novembro passado.

Serasa Experian e Boa Vista travaram uma disputa ao lado de confederações de lojistas, com sugestões ao órgão de defesa da concorrência para mitigar riscos que ferissem a competição, como a autorização em bloco para os birôs no cadastro positivo e o compartilhamento das consultas sobre inadimplência no negativo.

No Acordo em Controle de Concentrações (ACC) do Cade, os bancos se comprometeram a seguir contratando as empresas de informação de crédito tradicionais, a não compartilhar a estrutura bancária com a empresa nova, além de estabelecer metas de adesão ao cadastro positivo. Haverá ainda o monitoramento por parte de auditoria independente. Na avaliação do Cade, o novo concorrente teria potencial para alavancar o cadastro positivo no país.
O novo birô de crédito chega uma década depois de os bancos iniciarem a venda da Serasa, empresa que montaram em 1968. As instituições financeiras venderam 70% da participação que detinham na Serasa para a Experian em 2007 por US$ 1,3 bilhão, o equivalente a R$ 2,3 bilhões na época. Em 2012, a empresa britânica exerceu o direito de comprar o restante da operação e pagou R$ 3,1 bilhões (ou US$ 1,5 bilhão) para Itaú, HSBC, Bradesco e Santander.

No começo do mês, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, antecipou que o projeto de criação de birô de crédito dos bancos estava praticamente pronto e que quatro executivos tinham sido contratados para gerir a empresa, sem, contudo, detalhar os nomes.

Em nota, a Febraban disse que a criação da Gestora de Inteligência de Crédito sinaliza o compromisso dos bancos com o país e o ambiente de crédito. A constituição formal da empresa deverá ocorrer já neste mês quando será dado início às atividades de implementação de sua infraestrutura e desenvolvimento de sistemas e soluções. A previsão é que a empresa inicie suas operações ao longo de 2018 e esteja operacional em 2019.

Nos países desenvolvidos, o cadastro positivo tem um grande papel de controlar a inadimplência e permitir que os consumidores com melhor pontuação de risco tenham acesso a taxas menores.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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