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03/07/2017

Bradesco e Swiss Re se unem para crescer em seguro de grande risco

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Por Daniela Meibak | De São Paulo

Calheiros: potencial para crescer ao atrelar seguros com outros produtos do banco

A Bradesco Seguros e a Swiss Re Corporate Solutions concluíram a formação de uma nova joint venture para atuar no ramo de seguros de grandes riscos no Brasil.

Em um mercado estimado em R$ 15 bilhões em prêmios, a empresa passa a ter uma fatia que a coloca na disputa para ficar entre as cinco maiores do ramo, competindo com os principais “players” do setor no país – BB Mapfre, Chubb, Tokio Marine, Sompo Seguros e Zurich. A joint venture, que surge com aproximadamente R$ 820 milhões em prêmios, se chamará Swiss Re Corporate Solutions Brasil. A conclusão do negócio será divulgada hoje.

“Tradicionalmente, a operação da Swiss Re no Brasil focava mais no segmento corporativo e, com essa associação, passa a ter acesso a canais, clientes e segmentos que dificilmente conseguiria alcançar de forma isolada”, afirmou Luciano Calheiros, presidente da joint venture, ao Valor.

“O Bradesco tem capilaridade muito forte e é próximo das empresas, mas não tinha todos tipos de seguro para oferecer. Começamos a procurar um parceiro do ramo para suprir essa necessidade”, disse Octavio de Lazari Junior, presidente da Bradesco Seguros.

Antes da união, a seguradora do Bradesco detinha cerca R$ 442 milhões em prêmios no segmento, e a Swiss Re, R$ 381 milhões, mas com carteiras menos completas e clientes de perfis diferentes. A brasileira atuava sobretudo em seguro patrimonial, de transporte e aeronáutico e, por contar com a rede de relacionamento do banco, conseguia chegar em clientes pequenos e médios. Já a empresa suíça tinha duas carteiras fortes, em seguro agrícola e de garantia, mas só atuava com grandes corporações.

Com a união, os ramos mais tradicionais de seguros, que incluem transporte, patrimonial, de responsabilidade e aeronáutico, passam a representar cerca de 55% da carteira da empresa, seguidos pelo seguro agrícola, com fatia de 25%, e da área de garantia e crédito, com 20%. Calheiros avalia que existe potencial de crescimento das operações ao atrelar seguros com outros produtos do banco. “Temos o seguro agrícola e o banco tem uma posição forte em crédito agrícola, com 70 mil clientes, então um produto passa a complementar o outro. Também queremos atrelar o seguro aeronáutico com as operações de leasing, por exemplo.”

Outra fonte que pode favorecer o crescimento das carteiras é o uso da rede de distribuição do Bradesco, com aproximadamente 5 mil agências bancárias e 40 mil corretores e agentes de seguros. Os executivos, no entanto, não revelam expectativas de crescimento para os próximos anos.

Em um movimento diferente do de outras instituições financeiras brasileiras que buscaram vender os negócios de grandes riscos para empresas estrangeiras, o Bradesco viu a oportunidade de passar o controle da operação, mas ainda se manter no negócio. Pela composição da nova empresa, a Swiss Re passa a ter 60% da operação, e o Bradesco, 40%. “Não vimos sentido em sair desse negócio porque o nosso cliente demanda esses produtos e queremos ser um banco que atende 100% das necessidades. Se estamos em áreas como o seguro de vida, previdência privada e saúde, também precisamos estar em grandes riscos”, disse Lazari.

O banco começou a procurar um parceiro há mais de dois anos, até fechar a associação com a empresa suíça em outubro do ano passado. O negócio teve o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em novembro, do Banco Central em maio e da Superintendência de Seguros Privados (Susep) há dez dias, com a assinatura dos contratos finais pelos sócios durante o fim de semana. A expectativa é que a integração das operações seja concluída até o fim de 2018.

A transação é feita em um momento em que o país enfrenta grande instabilidade política e espera pela retomada do crescimento econômico. Lazari, da Bradesco Seguros, diz acreditar que a situação deve se “equacionar” em breve e que o país continuará avançando. Já o presidente das operações da Swiss Re na América Latina, Axel Brohm, diz que o país tem altos e baixos, mas que acredita na tendência de avanço. “A América Latina é um mercado em crescimento e o Brasil é a maior economia. Acreditamos nos fundamentos do país e nosso foco é criar algo que seja durável e sustentável.”

Após o negócio, o Brasil passa a representar 40% das operações da Swiss Re Corporate Solutions na América Latina e 5% das operações globais do grupo.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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