size_960_16_9_shopping-aliansce-belem

General Shopping sai de lucro para prejuízo líquido de R$ 72,9 milhões

Por Valor | Valor SÃO PAULO – A General Shopping registrou prejuízo líquido de R$ 72,9 milhões no segundo trimestre de 2017, depois de ter apurado um lucro líquido de […]

20141022103546_banco-pine-3

Prejuízo do Banco Pine aumenta três vezes no segundo trimestre

Por Toni Sciarretta | Valor SÃO PAULO – O Banco Pine registrou prejuízo líquido de R$ 21,333 milhões no segundo trimestre, resultado três vezes superior ao prejuízo líquido de R$ […]

lojas-marisa-trabalhe-conosco

Marisa espera recuperação tímida

Por Cibelle Bouças | De São Paulo Marcelo Araujo, presidente da Marisa: “cenário não está muito animador” Depois de apresentar piora nas vendas no segundo trimestre do ano, a Marisa […]

Carrefour_Aubervilliers__Paris__14_

Carrefour paga R$ 2,4 Bi em dívida e injeta R$ 1,2 Bi em empresa

Por Por Adriana Mattos | De São Paulo O Carrefour já usou R$ 2,37 bilhões da oferta primária de ações, de quase R$ 3 bilhões (excluindo comissões e despesas), ou […]

brf-rr-26

BRF voltou a registrar prejuízo no segundo trimestre

Por Luiz Henrique Mendes | De São Paulo Pelo terceiro trimestre consecutivo, a BRF ficou no vermelho. Donas das marcas Sadia e Perdigão, a empresa reportou ontem um prejuízo líquido […]

8b35d755de950f1b46a617d0578f38d6_XL

Varejo de moda prevê aumento de vendas

Por Cibelle Bouças | De São Paulo Redes varejistas de moda apresentaram, de modo geral, melhora no desempenho do segundo trimestre devido a um início de recuperação do consumo e, […]

banco-daycoval

Daycoval vê melhora do crédito no 2º semestre

Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo Com a melhora dos indicadores de confiança da economia e a queda dos juros, a demanda por crédito deve começar a reagir no […]

biosev_editada2_web

Prejuízo da Biosev cresceu 63%

Por Camila Souza Ramos | De São Paulo A sucroalcooleira Biosev, controlada pela francesa Louis Dreyfus Company, teve um prejuízo líquido de R$ 577 milhões no primeiro trimestre da safra […]

size_960_16_9_m_dias

M.Dias Branco avança em plano de parque fabril

Por Cibelle Bouças | De São Paulo A M. Dias Branco, fabricante de massas e biscoitos dona de marcas como Adria, Vitarella e Fortaleza, informou que espera começar ainda neste […]

Restoque1

Restoque fecha 26 lojas e 2 fábricas

Por Cibelle Bouças | De São Paulo Plano de corte de despesas continua neste semestre, segundo comando do grupo, que agora tem 301 pontos de venda A Restoque, dona de […]

29/06/2017

Bradesco vai avaliar recuperação da PDG até dia 6

bradesco

Por Chiara Quintão | De São Paulo

A PDG Realty e o Bradesco protocolaram, nesta semana, petição em que pedem que o prazo para que o banco se manifeste sobre a inclusão ou não de patrimônio de afetação na recuperação judicial da incorporadora, que terminava hoje, seja estendido para 6 de julho. Não há consenso entre os bancos credores da PDG – Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), Itaú Unibanco e Santander – sobre a manutenção das sociedades de propósito específico (SPE) afetadas na recuperação.

Segundo o presidente da PDG, Vladimir Ranevsky, a postergação do prazo pleiteada pela companhia e pelo Bradesco é válida também para outros bancos credores. “Teremos mais tempo para esclarecer questões relativas à permanência do patrimônio de afetação dentro da recuperação. Esta é uma discussão importante com os bancos que vai balizar o setor”, disse Ranevsky. Segundo ele, o plano de recuperação da PDG demonstra que os recursos das SPEs com afetação serão preservados e servirão aos próprios empreendimentos.

Procurado, o Bradesco não comentou o assunto.

No início do mês, a PDG apresentou 38 planos de recuperação, com débitos totais de R$ 7,3 bilhões, com R$ 5,75 bilhões passíveis de recuperação. O plano principal inclui a controladora e a maior parte das 512 sociedades de propósito específico (SPEs) da companhia. Cada um dos 37 planos individuais se refere a um empreendimento com afetação.

Segundo Ranevsky, se for considerado que os empreendimentos com afetação não podem ser incluídos na recuperação judicial, a PDG terá de encontrar outra solução, mas isso não implicará falência da companhia.
Com PDG e Viver, a recuperação judicial está sendo testada, no setor, pela primeira vez, desde a criação do patrimônio de afetação, após a quebra da Encol. O rumo desses dois processos irá definir a jurisprudência do setor.

A Viver tem 16 SPEs com patrimônio afetado, para as quais apresentou planos individuais de recuperação. Recentemente, três desembargadores da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo – Fabio Tabosa, Claudio Godoy e Alexandre Marcondes – avaliaram que as SPEs da Viver com patrimônio afetado não deveriam ser levadas à recuperação judicial.

Com esse entendimento, os desembargadores acataram, justamente, agravo apresentado pelo Bradesco, que pedia que os empreendimentos com afetação não fossem incluídos na recuperação Viver. O Valor apurou que a companhia avalia que terá mais força para recorrer dessa decisão se o Bradesco apresentar posição diferente em relação ao patrimônio afetado na recuperação da PDG.

Procurada, Viver não comentou o assunto. A empresa aguarda a manifestação do juiz Paulo Furtado de Oliveira filho, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, em relação ao acórdão dos desembargadores.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
< Voltar ao início

contato@leonidasherndl.com.br

© 2014 - Todos os direitos reservados - Leonidas Herndl

Goodae