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29/08/2017

DURATEX ENTRA EM REVESTIMENTO CERÂMICO

Por Chiara Quintão | De São Paulo

Oliveira, da Duratex, ressalta complementariedade do segmento com Deca

A Duratex anunciou, ontem, aquisição de 100% da Ceusa Revestimentos Cerâmicos, por R$ 280 milhões, incluindo a assunção das dívidas e o valor a ser desembolsado aos proprietários. A operação, a ser paga com recursos próprios, marca a entrada da divisão Deca – de louças e metais sanitários – no segmento cerâmico. “A complementariedade do segmento com a Deca é muito óbvia”, afirma o presidente da Duratex, Antônio Joaquim de Oliveira.

A intenção é que os revestimentos cerâmicos sejam vendidos com as marcas Ceusa e Deca. “A partir de 2018, vamos definir a estratégia para introduzirmos a marca Deca no segmento”, conta o presidente da Duratex. Do valor total da operação, 30% será desembolsado neste ano e 70% a partir do próximo. Localizada em Urussanga (SC), a Ceusa tem 100% da gestão profissionalizada e 330 funcionários.

Segundo o executivo, trata-se de empresa que manteve sua trajetória de expansão, mesmo durante a crise. “Entre 2013 e 2016, a Ceusa teve crescimento anual médio de 6,3% do Ebitda, 6,8% do lucro e de 5,3% da receita”, afirma Oliveira.

No ano passado, a Ceusa teve receita líquida de R$ 162 milhões, o equivalente a 4% do faturamento da Duratex, mas Oliveira ressalta o potencial de expansão em revestimentos cerâmicos a partir da compra. A Ceusa tem apenas 0,6% de participação de um mercado muito pulverizado com capacidade instalada de 1 bilhão de metros quadrados por ano.

A ceramista teve Ebitda de R$ 31 milhões em 2016. No primeiro semestre, a receita foi de R$ 92 milhões, e o Ebitda, de R$ 18 milhões. Segundo o executivo, a Ceusa possui uma das maiores margens entre as indústrias do segmento, um dos maiores tíquetes médios e rentabilidade superior à da Duratex. Com duas fábricas, a Ceusa produz porcelanatos destinados, principalmente, a vendas domésticas ao varejo. As exportações respondem por 7% da receita.

A Ceusa opera com 95% de sua capacidade de 480 mil metros quadrados por mês. Uma das unidades da empresa já foi construída com previsão de expansão, o que torna possível dobrar a produção da fábrica somente com a aquisição de novo maquinário. “O setor cerâmico é escalável. Como vamos crescer e o quanto dependerão das oportunidades”, diz. Inicialmente, o aumento da produção se dará por crescimento orgânico.

A operação faz parte, segundo o executivo, da estratégia da Duratex de oferecer “soluções para melhor viver”. Além de louças e metais sanitários com a marca Deca, a companhia produz painéis de madeira com a marca Duratex, pisos com a marca Durafloor, e produtos para aquecimento de água e válvulas com a marca Hydra. Não há novas aquisições previstas para os próximos meses, segundo Oliveira, em que o foco será a integração da Ceusa à Duratex.

O executivo afirma que começa a haver, no mercado, sinais de reaquecimento da demanda por materiais de construção para reformas. “Estamos moderadamente otimistas”, afirma, acrescentando que espera que o desempenho da companhia seja melhor em vendas no segundo semestre do que foi na primeira metade do ano. “Os meses de maio e junho foram difíceis, mas ficamos, em julho, dentro do planejado, e esperamos que o desempenho de agosto também atinja nossa expectativa”, conta.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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