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06/09/2017

LEGO FATURA MENOS E VAI DEMITIR 1,4 MIL

Por Richard Milne | Financial Times

Knudstorp: Mais alguns anos para a empresa reassumir a forma desejada

A Lego iniciou uma reestruturação de seus negócios, ao anunciar sua primeira queda de faturamento em mais de uma década e 1,4 mil demissões.

Essa notícia, somando-se à inesperada saída de seu executivo-chefe no mês passado, sugere que a Lego está enfrentando seu maior teste desde quando chegou perto de um colapso financeiro em 2003/04.

A receita caiu 5% no primeiro semestre do ano, para 14,9 bilhões de coroas dinamarquesas (US$ 2,3 bilhões), pondo fim a um crescimento sustentado de dois dígitos na década passada, quando a Lego se tornou a fabricante de brinquedos mais lucrativa do mundo e a segunda maior em vendas.

O lucro operacional da companhia caiu 6% para 4,4 bilhões de coroas dinamarquesas.

A Lego há muito “desafiava a gravidade”, pois outros fabricantes de brinquedos já sucumbiam à tendência de as crianças passarem mais tempo brincando com aparelhos digitais. Mas sob o comando de Bali Padda, que após apenas oito meses foi demitido do cargo de executivo-chefe em agosto, e que anteriormente fora diretor de operações, a companhia tornou-se uma organização cada vez mais complexa.

“O carro saiu um pouco da estrada e estamos meio empacados na vala. Serão necessários alguns anos para reassumirmos a forma em que queremos estar. Mas não é uma recuperação no sentido de que estejamos numa crise financeira”, afirmou Jorgen Vig Knudstorp, presidente-executivo da Lego, ao “Financial Times”.

Knudstorp, que foi o principal executivo até o fim do ano passado, disse que tinha que assumir parte da culpa. “Estou na empresa há 16 anos e houve alguns momentos positivos e negativos – este é um grande negativo”.

A Lego vai demitir cerca de 8% de seus 18,2 mil trabalhadores – o número de funcionários triplicou desde 2004. É o maior corte de empregos que a empresa já anunciou.

A fabricante dinamarquesa de brinquedos chegou perto da falência em 2003, mas foi resgatada por Knudstorp, que colocou a companhia em um caminho de crescimento notável, com o sucesso de linhas de produtos como Lego City e Star Wars.

Knudstorp culpou o número crescente de funcionários nos últimos anos por um aumento da burocracia e sobreposição de papéis. “De repente, o consumidor, os compradores, os revendedores estão um pouco longe da alta administração”, disse ele.

Especialistas externos dizem ter ficado claro que a Lego estava em dificuldades em suas operações multinacionais, com vendas fracas nos EUA e na Europa há algum tempo, após lançamentos de produtos malsucedidos.

David Robertson, professor da Escola Wharton, disse sobre a saída de Padda: “A Lego é uma empresa muito orientada por desempenho, e pode ser que tenha decidido ter chegado a hora de fazer uma mudança demitindo a pessoa que esteve no comando das operações durante a pior crise operacional da última década”.

Knudstorp insistiu em que Padda, de 61 anos, não foi demitido devida a má performance, mas porque o presidente-executivo que agora assume o comando, Niels Christiansen, de 51 anos, surgiu de repente no mercado de trabalho, após renunciar à presidência executiva do Danfoss, grupo industrial dinamarquês privado.

Ele acrescentou que Padda liderou análises sobre como a Lego poderia voltar ao crescimento e que Christiansen foi informado do plano. “Isso cria uma plataforma para [Christiansen] iniciar sua jornada”, disse Knudstorp.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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