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23/03/2017

Lucro do Bonsucesso cresce e vai a R$ 62 milhões

Por Marcos de Moura e Souza | De Belo Horizonte

O banco Bonsucesso fechou 2016 com um lucro líquido de R$ 62 milhões. O valor é 85% maior do que o lucro de 2015, quando não considerados os ganhos que o Bonsucesso, uma instituição de médio porte de Minas Gerais, teve naquele ano com a venda de suas operações de crédito consignado numa transação com o Santander. Os dois passaram a ser sócios no Banco Olá Consignado, controlado pelo Santander.

No ano passado, o Bonsucesso registrou patrimônio líquido de R$ 490 milhões. Sua captação atingiu R$ 1,37 bilhão e os ativos totais somaram R$ 2,1 bilhões – valores semelhantes aos de 2015.

“O ano de 2016 foi para nós um ano de arrumação da casa”, disse a diretora-executiva do Bonsucesso, Juliana Guimarães. O crédito consignado representava 80% das operações do banco. Após o negócio com o Santander, a família Guimarães passou a buscar novas áreas, segundo ela.

Uma dessas áreas foi a de compra de precatórios, estaduais e federais. O banco antecipa, cobrando um deságio, recursos a credores desses precatórios. A carteira atual da instituição de precatórios é de cerca de R$ 300 milhões, e entre 2015 e 2016 gerou resultado de R$ 92 milhões, crescimento de 80%.

O Bonsucesso também passou a investir na área de câmbio. Contratou um time do banco Rendimento, de São Paulo, especializado em câmbio, e essas operações cresceram 119% de 2015 para 2016, atingindo R$ 46 milhões, segundo dados do banco.

Juliana – que é filha do presidente e fundador do banco Paulo Henrique Pentagna Guimarães – diz que outra aposta foi a entrada do Bonsucesso no ramo de cartões de crédito. O banco obteve licenças para atuar como adquirente junto à Visa e à MasterCard e está em processo junto American Express, disse a executiva. É um movimento que coloca o banco no mercado de meios de pagamento.

No ano passado, o Bonsucesso fechou uma parceria com a multinacional Adyen, adquirente com atuação na Europa e Estados Unidos, e que atua no negócio de pagamentos digitais. Por meio da parceria, o banco processa pagamentos de operações de e-commerce de empresas como Uber, Netflix, 99 Taxis e Adidas.

Juliana diz que o negócio não é ainda representativo para o banco, mas que a expectativa é de crescimento e que o plano é desenvolver uma maquininha própria de cartões e disputar uma fatia de mercado hoje dominado por Cielo e Rede. “Estamos estruturando parcerias e penso que a partir de 2018 esse passa ser um negócio muito relevante para o banco”, afirma a executiva.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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