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14/08/2017

Marisa espera recuperação tímida

Por Cibelle Bouças | De São Paulo

Marcelo Araujo, presidente da Marisa: “cenário não está muito animador”
Depois de apresentar piora nas vendas no segundo trimestre do ano, a Marisa anunciou que espera uma recuperação “tímida” em receita ao longo do segundo semestre. “Ainda estamos vivendo, no segundo semestre, um cenário de consumo não muito animador, mas prevemos uma recuperação na receita para o segundo semestre. E trabalhamos com um cenário de expansão mais significativa em 2018”, afirmou Marcelo Araujo, diretor presidente da Marisa.

O executivo ponderou que o país atingiu o maior nível de desemprego no segundo trimestre, mas o índice começou a recuar, o que pode favorecer o desempenho da companhia. “Para nosso público, o desemprego é a principal variável de poder de consumo”, afirmou Araujo.

No fim de 2016, a Marisa decidiu voltar seu foco no público feminino de classe C. Araujo disse que a Marisa fez a maioria dos ajustes necessários para atender melhor esse público e que a coleção de primavera, lançada na semana passada, teve uma “resposta positiva” nas lojas.

O presidente considerou que a Marisa pode ter uma pequena melhoria em vendas no segundo semestre com o avanço do “Programa Transformar”, criado pela companhia em 2016 para trazer uma reviravolta em vendas e lucro. “Ainda vamos fazer a expansão de testes pilotos para todas as lojas do Brasil neste semestre. Os resultados vão ser tímidos”, disse Araujo.

O programa contempla mudanças em todas as áreas da companhia. Adalberto Santos, diretor financeiro e de relações com investidores da Marisa, disse que a rede fez mais mudanças na área administrativa e de produtos financeiros e, por isso, essas áreas tiveram resultado melhor. Em lojas, o programa foi testado em 13 unidades.

No segundo trimestre, a Marisa registrou um prejuízo líquido de R$ 24,2 milhões, 32,5% maior que a perda de R$ 18,4 milhões apurada no segundo trimestre de 2016. A receita líquida recuou 12,3%, para R$ 547,3 milhões. A companhia associou o resultado à queda nas vendas por conta da concorrência mais acirrada no comércio popular. Outras varejistas que concentram a operação em shopping centers, como Renner, Riachuelo (Guararapes), Le Lis Blanc (Restoque) e Arezzo informaram que viram um cenário menos competitivo e sinais mais claros de recuperação do consumo.

Entre as companhias de moda com ações na B3, a Marisa foi a única a ter prejuízo no trimestre. Em receita, só Marisa e Alpargatas tiveram queda. A Marisa é a quarta maior varejista de moda, segundo a Euromonitor International, com 2,4% do mercado em receita.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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