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21/08/2017

Na rota do ‘marketplace’, B2W dispara na bolsa

Por Adriana Mattos | De São Paulo

A disparada na cotação da B2W nos últimos seis pregões na bolsa, quase 45% de alta desde que publicou resultados do segundo trimestre, mostra que o mercado tem guiado suas expectativas mais por aquilo que a empresa quer ser – um “marketplace”, ou seja, um shopping center on-line – do que pela operação, que registra alguns indicadores abaixo do esperado.

No formato de “marketplace”, varejistas usam seus sites para hospedar lojas virtuais de terceiros, podendo reduzir a venda direta ao consumidor. Há grupos, como Magazine Luiza e Via Varejo, que entendem que o “marketplace” é uma operação crucial, mas complementar. A B2W tem sido mais agressiva nessa estratégia. Ela decidiu reduzir de forma mais rápida, e para diversos itens, a operação de venda direta ao consumidor.

Em 2018, metade das vendas totais da B2W (de produtos próprios e de terceiros) deve vir do “marketplace” e neste ano essa fatia deve atingir 30%, informou o grupo em comunicado ao mercado. De abril a junho, o “marketplace” da B2W cresceu 105%, com vendas de R$ 816 milhões.

A empresa tem parado de vender diretamente itens de diversas categorias, como móveis e brinquedos. Continuará a vender de forma direta produtos como smartphones e TVs. Lojistas hospedados em seus sites (como Americanas.com, Shoptime, Submarino) passam a vender os produtos que ela para de comercializar.

Na prática, o que tem agradado aos investidores é, especialmente, a redução de consumo de caixa decorrente da mudança estratégica. Esse novo formato demanda menos capital. Houve uma expressiva redução no consumo de caixa de abril a junho – o menor patamar para um segundo trimestre nos últimos quatro anos.

“O mercado tem olhado a parte cheia do copo. A parte que desagrada, como piora de margens e os impactos no inventário, fazem parte do jogo. São os efeitos colaterais da migração de modelo”, diz um gestor de investimentos. Na sexta-feira, o UBS elevou a recomendação da ação da B2W de venda para neutra, e o preço-alvo subiu de R$ 10 para R$ 18 – o papel fechou na sexta-feira em R$ 18,48.

Relatórios de bancos também têm chamado a atenção para os efeito negativos sobre as margens de abril a junho, que ficaram abaixo das expectativas de alguns analistas. A margem Ebitda ajustada saiu de 8,9% de abril a junho de 2016 para 8,3% neste ano. A margem bruta foi de 26% para 23,4%.

Maria Paula Cantusio, analista do BB Investimentos, disse em relatório que esperava que o crescimento “robusto do marketplace fosse mais do que suficiente” para compensar a necessidade de a empresa fazer promoções e reduzir estoque – o que afeta rentabilidade. A varejista faz isso porque, ao reduzir a venda direta, precisa ser mais agressiva em ofertas.

Ainda há uma atenção ao nível de serviço do negócio com a expansão do “marketplace”.

Se o lojista hospedado no site da companhia compra os serviços de entrega de produtos da B2W, por exemplo, a B2W terá o controle do prazo de envio. Mas se isso não ocorre e o lojista falha na entrega, por exemplo, isso afeta a empresa que hospeda a loja, dizem consultores. A B2W tem dito que faz revisões constantes de sua base de lojistas e da qualidade do serviço.

Maria Paula destacou a expansão das vendas da B2W acima do mercado, mas diz também que preocupa a estabilidade do nível de endividamento em 3,1 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda, apesar do recente aumento de capital feito neste ano.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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