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13/06/2017

Natura estima endividamento menor em 4 anos

Por Tatiane Bortolozi | De São Paulo

Em quatro anos a Natura espera voltar à mesma relação de endividamento de antes da aquisição da varejista The Body Shop, anunciada na sexta-feira. Para isso, conta com um aumento das receitas em moeda estrangeira e captações de recursos a preços mais acessíveis, segundo o vice-presidente financeiro da fabricante brasileira de cosméticos, José Roberto Lettiere.

A relação de alavancagem da Natura vai dobrar após a compra da empresa britânica, mas voltará ao patamar atual de 1,3 vez a dívida líquida sobre o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em quatro anos, afirmou ontem o executivo, em teleconferência com analistas.
Com a The Body Shop, que hoje pertence à L’Oréal, a Natura terá 25% de receitas em mercados cuja moeda é o dólar ou o euro.

“Há bastante confiança de que os níveis de endividamento não serão nenhum tipo de limitante para o crescimento”, disse Lettiere. A operação será paga integralmente com financiamento bancário e depende de aprovação do conselho de funcionários da L’Oréal e de autoridades reguladoras.

Para o analista Guilherme Assis, da Brasil Plural Corretora, a aquisição é uma oportunidade boa demais para ser desperdiçada pela Natura. A analista Giovana Scottini, da Eleven Finantial faz coro: “A alavancagem vai aumentar e há um desafio de execução, pois a Body Shop tem necessidade de uma recuperação dos resultados operacionais. Ao mesmo tempo, os benefícios são enormes, pois a empresa terá mais exposição ao varejo, será mais expressiva no multicanal e ganha uma nova marca global”, afirma.

A ação da Natura fechou a segunda-feira em queda de 1,94%, cotada a R$ 29,36, ampliando o recuo de 7,7% no pregão anterior. O papel deve permanecer instável enquanto o risco da aquisição é avaliado, diz Giovana.
As regiões com fraco desempenho de venda representam um quarto do negócio da The Body Shop, segundo a Natura. A companhia brasileira tem um plano feito para cada loja, em cada país em dificuldade, para contornar o desafio. “A Natura pensou em formas de quebrar a gestão em partes menores e mais gerenciáveis”, disse Robert Chatwin, vice-presidente internacional da companhia.

Como parte da estratégia de criação de valor, a Natura estuda ampliar a presença da Body Shop na China. O país é visto ainda como um mercado de grande potencial para as marcas Aesop e Natura.

Na América Latina, a aposta é expandir a venda direta da Body Shop. A varejista tem vendas por catálogo no Reino Unido e Austrália, que representam 3% das receitas. A operação na América Latina, por sua vez, responde por 2% das vendas. “Esses números vão aumentar”, prometeu o vice-presidente internacional. Criada sob o modelo de venda por catálogo, a Natura tem 1,5 milhão de consultoras no mundo.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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