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05/06/2017

Nubank é avaliado em R$ 500 milhões em aporte de capital

Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo

Um dos principais destaques entre as novas empresas de tecnologia financeira, mais conhecidas como fintechs, a emissora de cartões de crédito Nubank passou por uma série de mudanças recentes no capital. A mais importante ocorreu em dezembro, quando a empresa recebeu um aporte de R$ 250 milhões por 53% das ações com direito a voto.
Por uma métrica tradicional, esse aumento de capital, divulgado no balanço de 2016, avaliaria o Nubank em aproximadamente R$ 500 milhões. Trata-se de uma cifra inferior às anteriores que circulavam no mercado sobre a avaliação da empresa, que seria de pelo menos R$ 1,5 bilhão.

Procurado, o Nubank informou que, embora as informações do balanço estejam corretas, elas não correspondem ao real “valuation” da empresa, pois não leva em consideração uma reestruturação societária cujos dados, incluindo a avaliação, são confidenciais.

A operação descrita no balanço coincide, inclusive nos valores convertidos para dólares, com o investimento de US$ 80 milhões na empresa liderado pelo fundo DST Global, anunciado em dezembro. Foi a quarta rodada de injeção de capital externo recebida pela companhia.

Embora o aporte recente tenha envolvido mais da metade das ações com direito a voto, o Nubank informou que o controle permanece com os sócios-fundadores. A operação também se diferenciou das anteriores porque nas três rodadas passadas os fundos que se tornaram sócios da empresa investiram em ações preferenciais (sem direito a voto). Pouco antes da entrada do fundo DST, a maioria dessas ações foi convertida em ordinária.
O Nubank obteve no mês passado autorização do Banco Central para atuar como instituição de pagamento. O aval muda pouco a rotina da companhia, que já podia operar desta forma por ter sido constituída antes da nova lei de meios de pagamento.

Criado há pouco mais de três anos, o Nubank se tornou um dos principais fenômenos entre as “fintechs”. O cartão de crédito roxo, de bandeira Mastercard, se tornou objeto de desejo ao não cobrar tarifas e oferecer um aplicativo pelo celular que facilita o controle dos gastos e limites.

Com um crescimento “viral”, bem típico da geração que cresceu usando a internet, o Nubank já registrou mais de 8 milhões de pedidos de cartões. A empresa não revela o número de clientes, mas a base já teria superado 1 milhão, segundo informações de mercado. No fim do ano passado, a carteira de crédito da companhia era da ordem de R$ 1,5 bilhão, mais de quatro vezes o saldo do fim de 2015. Além dos aportes, a principal fonte de recursos do Nubank é uma linha de crédito do banco Goldman Sachs, viabilizada por meio de um fundo de recebíveis (FIDC).

No ciclo da empresa de cartões, os novos clientes geram mais despesas do que receitas, por isso o crescimento pesa sobre o balanço. No ano passado, o prejuízo foi de R$ 122 milhões. A perda, porém, foi menor do que a esperada pela empresa.

O maior impacto para o resultado veio da despesa de provisão contra calotes, que passou de R$ 3,4 milhões para R$ 125,8 milhões. Parte do aumento, contudo, veio de uma mudança na forma do provisionamento, que passou a ser feito de forma mais conservadora do que a exigência regulatória. (Colaborou Fernando Torres)

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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