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19/07/2017

Oferta de ações do Carrefour movimenta até R$ 5,1 bilhões

Por Carolina Mandl e Adriana Mattos | De São Paulo

Com o apetite mais moderado dos investidores, o preço dos papéis da companhia ficou no piso da faixa indicativa, que ia de R$ 15 a R$ 19

No primeiro grande teste para o mercado de capitais depois da delação premiada dos irmãos Batista, da J&F Investimentos, o Carrefour já garantiu R$ 4,45 bilhões em uma oferta inicial de ações que ainda pode alcançar R$ 5,125 bilhões. É o maior IPO de uma companhia na bolsa brasileira desde abril de 2013, quando a BB Seguridade levantou R$ 11,5 bilhões.

Apesar da cifra bilionária, algumas características da oferta de ações mostram que listar o Carrefour exigiu um pouco de suor. Nas últimas horas antes de período de reserva das ações se encerrar, os banqueiros de investimento ainda aguardavam a chegada de mais pedidos que pudessem melhorar as condições do IPO. O Valorapurou que Abilio Diniz e Flavia de Almeida, conselheiros do grupo Carrefour, passaram o dia em Paris acompanhando a fixação do preço, enquanto Eduardo Rossi e Flavio Correia, ambos da Península, acionista do Carrefour Brasil, fizeram o mesmo em Nova York.

Com o apetite mais moderado dos investidores, o preço dos papéis ficou no piso da faixa indicativa, que ia de R$ 15 a R$ 19.

Além disso, a varejista não conseguiu vender integralmente os extras de ações. O Carrefour tinha a opção de aumentar a quantidade de ações em até 35%, caso houvesse demanda, mas acabou colocando só 15% a mais. A venda efetiva desse lote ainda vai se confirmar nos próximos 30 dias, após o período de estabilização dos papéis. Se não for alienado, o IPO do Carrefour movimentará uma cifra menor, de R$ 4,45 bilhões.

Nos moldes em que o IPO foi concluído, o Carrefour abastecerá seu caixa com cerca de R$ 3 bilhões, recursos que serão utilizados em grande parte para quitar mútuos com a matriz francesa. A empresa tem R$ 2,86 bilhões em títulos de dívida que vencem entre fevereiro e agosto de 2018.

A outra parcela, de pouco mais de R$ 2 bilhões, vai para os atuais acionistas da companhia – o próprio grupo francês Carrefour e o fundo de investimento em participações Península.

Considerando-se que apenas o lote de ações suplementar foi vendido, Abilio Diniz, cotista do fundo, levará com a venda de uma fatia de suas ações R$ 568 milhões, enquanto o GIC (fundo soberano de Cingapura) embolsará R$ 284 milhões. Dos 12% que detinha no Carrefour, o Península ainda manterá 11,47%, considerando uma opção de compra de ações que a gestora tem, de 4%.

Já a participação do grupo Carrefour na varejista brasileira cairá de 88% para algo entre 73,53% e 71,28%, o que será conhecido em 30 dias. A matriz embolsará de R$ 516,8 milhões a R$ 1,185 bilhão.
Na próxima semana, a fabricante e distribuidora de medicamentos Biotoscana, a geradora de energia Omega e a resseguradora IRB planejam concluir suas ofertas iniciais de ações.

Desde que os depoimentos dos irmão Batista vieram a público, em maio, duas empresas concluíram ofertas subsequentes de ações. A BR Malls, de shopping centers, movimentou R$ 1,73 bilhão, e a BR Properties, outros R$ 953 milhões.

Outras companhias acabaram desistindo devido ao apetite mais seletivo dos investidores. É o caso da Ser, de educação, que só encontrou demanda por suas ações a um preço abaixo do que almejava. A Tivit, empresa de tecnologia, e o grupo de saúde NotreDame Intermédica também abortaram os planos de abrir o capital na bolsa.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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