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15/05/2017

Para atrair o cliente, pão de queijo e tecnologia

Por Marli Olmos | De São Paulo

A loja oferece café, pão de queijo, sala de espera com Wi-Fi, jornais, livros para crianças e é impecavelmente limpa. Mas o que mais chama a atenção é a nova tecnologia, que permite ao cliente acompanhar cada passo do serviço da oficina pelo celular.

Por meio de um software desenvolvido internamente há quatro anos, a rede de serviços automotivos DPaschoal começou a criar um banco de dados gigantesco, que hoje soma 112 mil peças de carros. Tudo foi catalogado eletronicamente e serve para definir, por exemplo, a cadência do estoque de pneus, que gira até três vezes ao dia.

O projeto consumiu R$ 80 milhões. O programa de investimentos inclui a modernização de algumas lojas, que viraram modelo, como a localizada em Moema, na zona sul de São Paulo.

Numa atitude incomum no comércio, o vendedor da loja de Moema insiste que a cliente não precisa daquele serviço. “Seu carro está com 38 mil quilômetros; só vai precisar de revisão nas velas aos 50 mil”, diz. Desde que eliminou o sistema de comissão para vendedores, há dez anos, a DPaschoal busca amenizar aquela sensação de que “alguém vai tentar me enganar na revisão do carro”.

O gerente da loja acompanha o cliente numa espécie de “passeio” pelas partes mecânicas do veículo, suspenso, para mostrar o que está ruim e o que ainda pode rodar por mais tempo.

Um tablet colocado num pedestal na área de trabalho permite que o mecânico atualize as informações on-line para o cliente à medida que executa cada parte do serviço. A lista do que já foi feito ou falta executar em cada veículo que está na oficina é também exibida num monitor instalado na sala de espera.

O cliente sabe o tempo previsto para a conclusão do serviço. Eventuais atrasos são também monitorados on-line. “Nos dias de hoje, jogar tempo fora é um crime”, afirma o presidente do grupo, Luis Norberto Pascoal. Inicialmente, ele pensou em levar para suas lojas modelos de bancos de dados eletrônicos já desenvolvidos nos Estados Unidos e Alemanha. Mas como os carros daqui não são os mesmos, a ideia não deu certo.

O grupo partiu, então, para um projeto próprio. Mas, para poder catalogar todos os componentes e acessórios dos veículos que circulam no país foi necessário fazer a desmontagem de cada modelo. “Desmontamos e fotografamos cada item”, afirma Norberto.

O software também serve para acompanhar o sistema de busca que o cliente faz no AutoZ, o portal da companhia especializado na venda de autopeças e acessórios. A quantidade de “cliques” de busca das peças serve de referência para a empresa saber quanto de estoque precisa de cada item. A ideia é abastecer o sistema com informações suficientes para saber tipos e quantidades de peças para um período de três meses. “Conseguimos ter uma loja inteira na nuvem”, afirma Norberto.

“O custo do dinheiro no Brasil hoje é altíssimo e os clientes não têm tempo a perder; por isso, preciso ter a peça certa na hora certa”, afirma o empresário.

Norberto começa a pensar, agora, em fazer do desenvolvimento desse tipo de software um braço de negócios do grupo DPaschoal. Esse tipo de serviço poderá ser comercializado no mercado de distribuidores do atacado de autopeças.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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