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29/06/2017

Rossi quita dívida com RB Capital

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Por Chiara Quintão | De São Paulo

João Paulo Rossi, presidente: “Esta era nossa dívida com custo mais elevado”

A Rossi Residencial quitou dívida de R$ 110 milhões com a RB Capital com a transferência de imóveis prontos. “Era nossa dívida com custo mais elevado, de 24% ao ano”, conta o presidente da incorporadora, João Paulo Rossi Cuppoloni. Desde que ele assumiu o leme da Rossi, em janeiro, marcando o início da nova fase da reestruturação financeira da companhia e a volta da família ao comando, esta foi a primeira grande negociação fechada com um credor.

Embora importante, a operação fechada com a RB não resolve o problema do endividamento da incorporadora. Segundo o Valor apurou, a Rossi precisa encontrar solução para suas dívidas, no prazo de 90 a 120 dias. Caso contrário, a saída será recorrer a uma recuperação judicial ou extrajudicial. O maior desafio não é o pagamento da dívida em si, mas o custo de carregamento, de 20% ao ano. É preciso conciliar os recursos da venda de ativos com equação que inclui os vencimentos e o custo da dívida.

“A recuperação judicial não está na agenda da empresa”, diz o diretor financeiro e de relações com investidores, Fernando Miziara de Mattos Cunha. O presidente da Rossi afirma acreditar que as negociações das dívidas corporativas com os principais credores – Bradesco, Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF) – surtirão “algum efeito no curto prazo”.

Com os três bancos, a Rossi negocia dação de ativos para pagar parte das dívidas, mas tem havido, segundo fonte, dificuldade na aceitação desse formato pelos bancos públicos. A dívida corporativa com o Bradesco soma R$ 900 milhões; com o BB, R$ 220 milhões; e com a Caixa, R$ 60 milhões. Segundo o diretor de relações com investidores, a companhia não tem pressão de dívidas vencidas com bancos.

O pagamento da dívida da Rossi com a RB estava suspenso há seis meses. A dívida resultou de operações de crédito contratadas desde 2011, em que a gestora comprava terrenos e permutava com a Rossi. Pelo acordo, a RB tinha rentabilidade mínima assegurada sobre a venda de unidades incorporadas em cada área. Como os percentuais pré-definidos não foram alcançados, a Rossi passou a ter dívida com a gestora.

Em troca da quitação, a incorporadora ofereceu imóveis prontos sem endividamento, a preços de mercado, localizados em diversas cidades do país, correspondentes a cerca de 10% de seu estoque de unidades concluídas, que levaria de dois a três anos para ser vendido. A operação possibilita, de acordo com a fonte, que a Rossi deixe de desembolsar R$ 60 milhões com carregamento de estoque e com custo de dívida.

“O acordo fechado com a RB possibilita que a companhia acelere a desmobilização de ativos em praças em que não quer mais atuar”, diz o diretor. Em março, a diretoria da incorporadora aprovou o fechamento das filiais paulistas de São José do Rio Preto e de Ribeirão Preto, além das unidades de Vitória, Recife, Goiânia e Fortaleza. Boa parte dos imóveis entregues para quitação da dívida com a RB estão nessas regiões. A intenção é, inicialmente, focar novas operações nas regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas.

Sem lançamentos há dois anos e meio, a Rossi tem intenção de continuidade operacional e mira o patamar anual de R$ 400 milhões a R$ 600 milhões. Ainda não há, porém, prazo previsto para a retomada da apresentação de novos projetos que, quando ocorrer, vai contribuir para o pagamento dos vencimentos, desde que o custo de carregamento das dívidas seja equacionado. No auge do setor, em 2011, a Rossi apresentou Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 4,3 bilhões.

A companhia segue vendendo terrenos em mercados que deixaram de ser considerados estratégicos – a comercialização de áreas tem somado R$ 100 milhões ao ano – e cortando custos. Desde o segundo semestre de 2014, a Rossi cortou o quadro de funcionários administrativos em 80%. Segundo o presidente da companhia, haverá novos cortes nas despesas gerais e administrativas decorrentes da redução de pessoal e de mudanças de processos e dos sistemas de tecnologia da informação.

A Rossi iniciou 2017 com dez obras em curso e tem, atualmente, oito empreendimentos em construção. Não há obras paralisadas, e há previsão de encerrar o ano com quatro delas. Os três principais credores, além do Santander e do Itaú Unibanco, têm liberado recursos para construção.

No primeiro trimestre, a incorporadora teve vendas líquidas de R$ 105,3 milhões, com alta de 277% na comparação anual, e distratos de R$ 124 milhões, com queda de 25%. Para estimular vendas, a Rossi elevou seus descontos de 5% a 8% em relação à média do ano passado.

Em reestruturação financeira desde agosto de 2015, a Rossi encerrou o primeiro trimestre com dívida total de R$ 2,1 bilhões – R$ 1,2 bilhão em vencimentos corporativos e em R$ 900 milhões em financiamento à produção. No fim de março, a companhia tinha alavancagem medida por dívida líquida sobre patrimônio líquido de 411,2%.

Em julho do ano passado, a Rossi concluiu a formalização de rolagem de dívida de R$ 820 milhões com o Bradesco, seu maior credor. O sucesso do acordo dependia, porém, da geração de caixa pela companhia, mas isso não ocorreu, em decorrência, principalmente, dos distratos.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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