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18/08/2017

Venda de sucos do bem cresce 105% no semestre

Por Juliana Schincariol | Do Rio

Pouco mais de um ano depois de ter sido adquirida pela Ambev , em abril de 2016, a marca de sucos Do Bem viu o volume de vendas crescer 105% no primeiro semestre de 2017 ante igual período do ano passado. “A ideia é aproveitar a distribuição da AmBev e aumentar os pontos de venda do Brasil”, disse ao Valor o fundador da marca, Marcos Leta.

A Do Bem está atualmente presente em 35 mil pontos de venda no país. A Ambev estima que é possível chegar a 200 mil, segundo o vice-presidente de não alcoólicos da empresa, Fernando Soares, ao dizer que não se trata de uma meta. “Queremos construir do jeito certo, estar no lugar certo com o produto certo”, afirmou, citando quesitos como inovação e execução, além de manutenção da essência da marca, de proximidade com o consumidor.

Segundo Leta, toda a estratégia de negócios e marketing segue centralizada no escritório do Rio de Janeiro, em Ipanema, e a Do Bem mantém sua independência. A marca de sucos inaugurou hoje um espaço no bairro da zona sul do Rio, onde vai manter, além da unidade administrativa, um ambiente de eventos para realização de palestras, aulas de yoga e até uma feira orgânica. A publicidade continuará nas redes sociais.

A ideia é que a administração da marca seja independente, assim como as cervejarias artesanais Colorado e Wäls, também compradas pela Ambev. “É um reforço comercial. A AmBev quer estar perto do consumidor em todos os focos de consumo”, disse o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Ambev, Ricardo Rittes.

Para 2017, a Do Bem tem mais produtos em desenvolvimento, mas o fundador da marca não os detalhou. Ele disse que não há previsão de aumento de preços. As embalagens de 1 litro custam em média R$ 7,99. Ao contrário da estratégia para o negócio de cervejas, que visa elevar o número de eventos, feiras e festas que apoia, a marca de sucos vai se concentrar na programação da casa e em eventos menores e diurnos, ligados à moda, gastronomia ou tecnologia.

Ao fim do primeiro semestre, o segmento de não alcoólicos da AmBev teve resultado abaixo da média da indústria, com queda de 14,1% no volume vendido, quando o setor encolheu 9,7%. Em receita, houve queda de 8,5%. A receita por hectolitro avançou 6,6%, impulsionada por mudanças em preços de refrigerantes e por um crescimento de chás, energéticos e sucos.

A queda no volume foi pressionada pelos refrigerantes, que representam a maior parte deste resultado. Segundo Rittes, o segmento sofre maior impacto da crise econômica do que as cervejas. O consumidor troca o refrigerante por outros produtos, como água ou sucos em pó, por exemplo.

Excluindo os refrigerantes, Soares diz que setor de não alcoólicos vem crescendo, mas a Ambev não divulga estes números separadamente. Nesse segmento, o energético Fusion ganha participação de mercado. Considerado um produto premium, desde o ano passado a Ambev mudou o posicionamento da bebida, com objetivo de apresentá-la ao mercado para consumo em diversas ocasiões, e não apenas em festas. Lançado em 2011, o produto passou de quinto lugar à vice-liderança da categoria.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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