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22/08/2017

Venda deve ficar para 2019, dizem analistas

Por Camila Maia e Fernando Torres | De São Paulo

Considerando as ações detidas diretamente, por meio de fundos do governo e também via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a União detém 63,2% do capital total da Eletrobras. A preços de ontem na bolsa, essa participação vale aproximadamente R$ 12 bilhões. O processo de privatização e migração para o Novo Mercado da companhia, conforme o anúncio, agradou o mercado, ao menos num momento inicial.

A União possui 51% das ações com direito a voto da Eletrobras, o que equivale a 41% do capital total. BNDES e BNDESPar possuem, juntos, 19,9% das ações votantes, 13,9% das preferenciais e 18,7% do capital total. Outros acionistas governamentais da Eletrobras são o Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND) e o Fundo Garantidor de Habitação (FGHAB), que têm 3,4% e 0,1% do capital total da estatal, respectivamente.

Apesar da recepção positiva, para analistas ouvidos sob a condição de anonimato, é praticamente impossível concluir a operação dentro do governo atual, devido ao prazo imposto pelas eleições, que é março do ano que vem. Além disso, o BNDES, que conduz as desestatizações do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), está “afogado” com as operações já em curso, segundo uma fonte.

As privatizações das distribuidoras da Eletrobras, por exemplo, estão em risco devido ao atraso na entrega dos laudos de avaliação dos ativos feitos pelo banco.

“Acho que essa será uma tarefa importante para o novo presidente do país”, disse um analista, que qualificou a decisão tomada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) como “incrível”. A dificuldade em concluir a venda das distribuidoras foi lembrada por outro analista, que se disse “cético” sobre a possibilidade de conclusão da privatização até março.

O processo, segundo os especialistas, deve tomar cerca de dois anos. Além da venda de parte das ações que a União tem na companhia, a Eletrobras terá que passar por mudanças significativas na migração para o Novo Mercado, segmento de listagem da B3 com maior nível de governança. Hoje, a estatal não faz parte de nenhum nível de listagem da bolsa.

O limite de prazo estabelecido pelas eleições também reduziu as chances, portanto, de que Wilson Ferreira Junior ainda esteja no comando da companhia quando a privatização for realizada. Seu mandato vai até abril de 2019, mas pode ser renovado.

Ontem, as ações ON fecharam cotadas a R$ 14,20, alta de 3,35%. As PN subiram 2,65%, a R$ 17,83. Na Bolsa de Nova York, os ADRs da estatal fecharam em alta de 20%, a U$ 5,34, no after market. Após uma forte alta no ano passado, as ações da Eletrobras acumulam queda acentuada – ON recuam 37,7% desde dezembro e PN, 26,5%.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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