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13/07/2017

Vendas do Grupo Pão de Açúcar sobem 5%

Por Adriana Mattos | De São Paulo

O Grupo Pão de Açúcar apurou alta de 5,4% nas vendas “mesmas lojas” no segundo trimestre, em linha com o projetado pelo mercado. O indicador compara o desempenho dos pontos em operação há mais de 12 meses.

O que acabou animando investidores pela manhã, após a divulgação dos dados – quando a ação chegou a subir 1,5% – foram melhores números dos hipermercados e a indicação de que a empresa pode estar conseguindo controlar o efeito da queda da inflação nos resultados do atacarejo. A ação PN da companhia fechou ontem com alta de 0,36%.

A expansão nas vendas de 5,4%, próxima aos 5,6% apurados pelo grupo de janeiro a março, reflete ganhos com ações comerciais nas lojas, segundo bancos e corretoras. O concorrente Carrefour ainda não publicou seus dados de vendas do segundo trimestre no Brasil. Os bancos Société Générale e Barclays estimam taxa de 3%.

No Grupo Pão de Açúcar, houve expansão nas vendas de 9% para todas as lojas (um ponto acima da previsão do J.P. Morgan), com a receita líquida atingindo R$ 10,6 bilhões. As redes Extra e Pão de Açúcar tiveram queda de 1,5% nas vendas totais (o UBS previa queda de 1,4%) e a bandeira de atacarejo Assaí apurou alta de 29,2%.

“Apesar da menor inflação [que afeta a receita] e da competição regional, os números de vendas têm mostrado encorajadores sinais de retomada no GPA, escreveu a equipe liderada por Fabio Monteiro, do BTG. Segundo ele, a companhia deve continuar melhorando margens e preservando lucratividade.

O J.P.Morgan manteve a recomendação de overweight (acima da média do mercado) para o grupo, considerando que “o pior em termos de resultados operacionais parece ter ficado para trás” e o potencial da empresa pode “destravar” o valor da ação.

O relatório divulgado traz, nas entrelinhas, pontos prioritários para entender o caminho que a varejista está traçando hoje.

Sobre inflação, por exemplo, o mercado considerava inevitável um efeito da queda dos preços sobre a taxa de expansão nominal na receita. Se custos inflacionários caem, a linha com vendas também perde fôlego. Agora, o GPA disse que o aumento no tráfego e na quantidade vendida conseguiu compensar a inflação menor na operação de atacarejo do Assaí de abril a junho. Mas deixa a entender que o mesmo não se viu nos supermercados e nos hipermercados.

Outro aspecto é a rede Pão de Açúcar. Alguns analistas já têm pontuado as ações tomadas na rede, a mais rentável do grupo, para tentar dar novo ritmo às vendas. Não há sinal claro de melhora agora. A empresa disse ontem que existe uma pressão no fluxo de clientes nos supermercados, por conta de mudanças nos hábitos de consumidores como efeito da crise. Resultados de uma estratégia focada no Pão de Açúcar só ficarão mais claros mesmo no segundo semestre – ou talvez em 2018.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Leônidas Herndl, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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