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17/12/2014

Dólar sobe e chega a bater os R$ 2,70

O aumento de aversão a risco provocou a venda generalizada de moedas emergentes, ontem. No câmbio local, o dólar encerrou no maior nível desde 29 de março de 2005 em relação ao real. A queda do preço do petróleo, incertezas políticas na Grécia e preocupações com a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central americano), na quarta-feira, fizeram os investidores adotar postura conservadora e reduzir a exposição a ativos considerados de maior risco.

O dólar comercial subiu 1,33%, encerrando a R$ 2,6856. A moeda americana atingiu R$ 2,7003 na máxima intradia, mas recuou após a melhora dos mercados externos e a realização do leilão de linha de dólar com compromisso de recompra pelo Banco Central.

No exterior, o dólar subiu no câmbio com as principais divisas emergentes, com o rublo e a lira turca atingindo mínimas históricas, com quedas de 11,18% e 3,22%, respectivamente, às 20h de ontem.

 

A forte queda das moedas emergentes relacionadas às commodities reflete um amplo desmonte de posições de “carry trade”, que buscam ganhar com a arbitragem de juros. Como pano de fundo há um ambiente de acentuada aversão a risco que antecede a decisão de política monetária nos EUA e a percepção de que a queda do petróleo impõe estragos à economia global, diz o estrategista para as Europas Central e Oriental, Oriente Médio e África do Citi, Luis Costa.

O dado melhor que o esperado da produção industrial nos EUA ontem reforçou a visão de que o Fed deve prosseguir com a normalização da política monetária e retirar do comunicado da sua reunião de amanhã a expressão de que as taxas de juros devem continuar “baixas por um tempo considerável”.

Para o diretor-executivo e chefe de pesquisas para mercados emergentes das Américas da Nomura Securities, Tony Volpon, o Fed pode trocar a expressão “tempo considerável” por um termo parecido usado em 2004, indicando que a autoridade monetária terá “paciência” em subir a taxa de juros. “Isso indicaria, que apesar da melhora das condições da economia, eles não estão muito próximos de aumentar a taxa básica de juros”, diz. O banco prevê que o Fed inicie a elevação dos juros apenas em setembro de 2015.

Volpon destaca, porém, que após a venda generalizada de ativos de risco, os investidores devem começar a diferenciar os mercados e podem voltar a investir em ativos que ficaram baratos.

A forte queda do preço do petróleo, segundo Volpon, levou ao recuo dos preços dos bônus de empresas que exploram o petróleo a partir do xisto nos EUA, que são muitos alavancadas. Isso acabou contaminando todo a classe de ativos “high yield”, de alto risco e retorno, prejudicando os papéis de mercados emergentes.

No mercado local, investidores seguem no aguardo da decisão do BC sobre a renovação do programa de intervenção no câmbio, previsto para acabar no dia 31.

Ontem, o BC ofertou mais US$ 1 bilhão em linha de dólar com compromisso de recompra. A autoridade monetária oferece hoje mais US$ 1 bilhão elevando para US$ 5 bilhões o total ofertado neste mês.

No ano passado, a autoridade monetária ofertou US$ 4 bilhões em linhas de dólar dentro do programa de intervenção e ainda realizou o leilão de rolagem de US$ 1,66 bilhão em linha que venceu em 2 de janeiro de 2014.

Via: Jornal Valor

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